domingo, 12 de setembro de 2010

Tudo que morre fica vivo na lembrança...

"Gosto de pensar que quem já morreu fica num lugar quentinho,
que a gente não vê, cuidando de quem ainda não morreu.
E se você quiser agradar a essa pessoa, é só fazer coisas que ela gostava.
Aí ela fica ainda mais quentinha e cuida ainda melhor da gente."



Caio Fernando
Loureiro de Abreu (Santiago, 12 de setembro de 1948 — Porto Alegre, 25 de fevereiro de 1996).

Parabéns Caio, e obrigada por nos deixar tantos presentes lindos.
Que seja doce sempre, sete vezes.

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