quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2011!

As coisas vão dar certo.
 Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz. 
Se não tiver, a gente inventa.





Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo. Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso. Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes. Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito. Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria. Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz!



Que possamos rir, chorar, pensar, viver, cantar, ajudar, aproveitar e sentir mais nesse novo ano. 
Obrigada seguidores queridos!
Muito obrigada Any, minha fiel escudeira. 
''E que seja bom o que vier, pra você, pra mim.'' Pra todos nós.
Feliz 2011! :) 

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Do meu querer.


Quero acordar do seu lado num domingo de manhã e saber que não temos hora para sair da cama. E, depois, ir tomar café na padaria e ler o jornal com você. Quero ouvir você me contar sobre o trabalho e falar detalhadamente de pessoas que eu não conheço, e nem vou conhecer, como se fossem meus velhos amigos. Quero ver você me olhar entre um gole de café e outro, sem nada para dizer, e apenas sorrir antes de voltar a folhar o caderno de cultura. Quero a sua mão no meu cabelo, dentro do carro, no caminho do seu apartamento. Quero deitar no sofá e ver você cuidar das plantas, escolher a playlist no ipod e dobrar as roupas esquecidas em cima da cama. E que, sem mais nem menos, você desista da arrumação, me jogue sobre a bagunça, me beije e me abrace como nunca fez antes com outra pessoa. E que pergunte se eu quero ver um DVD mais tarde. Quero tomar uma taça de vinho no fim do dia e deitar do seu lado na rede, olhando a lua e ouvindo você me contar histórias do passado.Quero escutar você falar do futuro e sonhar com minha imagem nele, mesmo sabendo que eu provavelmente não estarei lá. Quero que você ignore a improbabilidade da nossa jornada e fale da casa que teremos no campo. Quero que você a descreva em detalhes, que fale do jardim que construiremos, e dos cachorros que compraremos. E que faça tudo isso enquanto passa a mão nas minhas costas e me beija o rosto. Quero que você nunca perca de vista a música da sua existência, e que me prometa ter entendido que a felicidade não é um destino, mas a viagem. E que, por isso, teremos sido felizes pelos vários domingos na cama e pelos sonhos que comparilhamos enquanto olhávamos a lua. Que você acredite que não me deve nada simplesmente porque os amores mais puros não entendem dívida, nem mágoa, nem arrependimento. 
Então, que não se arrependa. Da gente. Do que fomos. De tudo o que vivemos. Que você me guarde na memória, mais do que nas fotos. Que termine com a sensação de ter me degustado por completo, mas como quem sai da mesa antes da sobremesa: com a impressão que poderia ter se fartado um pouco mais. E que, até o último dia da sua vida, você espalhe delicadamente a nossa história, para poucos ouvintes, como se ela tivesse sido a mais bela história de amor da sua vida. E que uma parte de você acredite que ela foi, de fato, a mais bela história de amor da sua vida. Que você nunca mais deixe de pensar em mim (...). E, por fim, que você continue a dançar na sala. Para sempre. Mesmo quando eu não estiver mais olhando.

domingo, 19 de dezembro de 2010

A risada.

 O que me pegou foi a risada. Ela é única, e sincera. Acho que em todas as vezes, eu a ouvi com o coração aberto, e talvez por isso seja tão bonita. É assim: ele começa a rir alto, e vai fechando os olhos devagarinho enquanto joga a cabeça para trás. E mal desconfiava enquanto eu ria junto, nem que eu não achasse graça. Eu ria só porque achava tão lindo alguém rir dessa forma tão espontânea, tão singular como era a dele. E a voz das gargalhadas só me deixava pensar "meu Deus, que delícia saber que eu tenho ele na minha vida. Não me deixe nunca perder essa risada de vista". Então ele ia voltando a cabeça para frente e olhava bem dentro dos meus olhos, com o rosto ainda todo vermelho e achando a maior alegria em coisas idiotas que não tinham a menor graça. "O que tinha graça era a risada", eu queria explicar. "O que me fazia rir era ver você sorrindo daquela maneira tão honesta", era o que eu sempre quis lhe dizer. Mas aí ele ia perder o riso e ficar com vergonha de alguém louca como eu amar tanto aquela risada. Eu nunca disse, mas o que me pegou foi a risada. 

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Dias de Sol.

Tenho tido dias de Sol.
Percebi que quando a gente menos espera algo bonito está esperando por nós, que grande parte das coisas que aconteceram na minha vida, boas e ruins, te trouxeram de volta pra mim, fazendo ressurgir também momentos de felicidade simples e riso fácil. 
Me sinto segura ao seu lado. Você me dá forças e me faz acreditar que tudo pode dar certo, faz com que me sinta inteira, me conhece como ninguém, e só de ouvir minha voz já sabe se estou bem ou não. Conhece cada olhar e cada sorriso. Convive com meu mau humor, minha teimosia, minhas 'crises' e ainda assim, continua andando ao meu lado.
Não sei se por onde andamos é o caminho certo, mas sei que é o mais bonito, porque ter você comigo deixa tudo lindo. 
Existe algo que nos torna cúmplices, faz tudo tão intenso, mesmo quando achamos que não há mais nada novo pra sentir. Tudo cresce, flui, se renova e fica melhor, difícil explicar.
E eu fico com esse riso bobo, relembrando cada detalhe dos nossos encontros ao andar pela rua, parecendo meio louca e sem me importar com o resto. É, não me importo mais com o que os outros vão pensar, falar e achar, já não faz diferença alguma, porque você pode até me trazer chuva, mas também me trás o sol e de quebra um arco-íris que faz qualquer tempestade valer a pena.




- Ganhei um sapo de presente, sabe desses de pelúcia?
- E tu beijou pra ver se virava príncipe?
- Lógico! Mas não virou...
- Ué como não? Olha aqui!
- Aah! 
- Eu sou o príncipe! ;D

Sim, você é! 



quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Seja grande ou pequeno,

...tudo que você faz tem consequências, 
assim como na água, seja uma pedra ou um grão de areia,
 ambos afundam.
 [Oldboy]

Não, o melhor é não falares, não explicares coisa alguma. Tudo agora está suspenso. Nada agüenta mais nada. E sabe Deus o que é que desencadeia as catástrofes, o que é que derruba um castelo de cartas! Não se sabe… Umas vezes passa uma avalanche e não morre uma mosca… Outras vezes senta uma mosca e desaba uma cidade.



terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Guardo pra te dar as cartas que eu não mando.

 E o que você faz com as cartas que escreve?

- Guardo. A sete chaves. Um dia talvez possa
entregá-las pessoalmente.



(...)



- E… o que você diz nessas cartas? (...)
– Eu digo que estou disposto a qualquer coisa,
eu digo assim: "Chegue bem perto de mim. Me olhe,
me toque, me diga qualquer coisa. Ou não diga nada,
mas chegue mais perto. Não seja idiota, não deixe isso
se perder, virar poeira, virar nada. Daqui há pouco você
vai crescer e achar tudo isso ridículo. Antes que tudo se
perca, enquanto ainda posso dizer sim, por favor, chegue
mais perto"
- ... É tão complicado. Saio na rua e fico olhando todos os
meninos de vinte anos, como se cada um pudesse ser ele. 

sábado, 4 de dezembro de 2010

E queria sempre achar explicação pra o que eu sentia.

Então, de repente, sem pretender, respirou fundo e pensou que era bom viver.
 Mesmo que as partidas doessem, e que a cada dia
 fosse necessário adotar uma nova maneira de agir e de pensar, 
descobrindo-a inútil no dia seguinte - mesmo assim era bom viver.
 Não era fácil, nem agradável. Mas ainda assim era bom. 
Tinha quase certeza.
[Caio F.]
                     


Não sei mais o que acontece. Tá tudo tão confuso, tão estranho. Eu estou estranha. 
Nesses últimos dias não reconheço a menina que vejo no espelho, a menina que tenho evitado encarar. Tanta coisa eu preciso dizer, tanta coisa quero fazer, e ao mesmo tempo eu quero guardar e esquecer que algum dia eu já quis colocar pra fora.
É muito mais fácil chorar pela décima vez ao dia do que tentar explicar escrevendo. Chorar por motivos bobos, por coisas que antes não me abalavam em nada. 
Sei que nessas horas não estou sozinha, e tenho provas diárias disso. Abraços, telefonemas, conversas, conforto de pessoas queridas, mas isso só me faz chorar mais. 
Minha tia pergunta porque eu choro tanto, só digo que não sei. E realmente não sei. 
Talvez seja por conta de todas as responsabilidades que tive que assumir assim, de uma hora pra outra, ver pessoas queridas indo embora, e medo de perder as que ficaram. Medo. Não sei de que, mas essa palavra é a mais próxima que encontrei nas inúteis tentativas de entender. 
E justamente por ver tantas pessoas a minha volta é que dói tanto, não quero que nenhuma vá embora.
Ir embora, é algo que tem ficado na minha cabeça nesses últimos dias, não aguento mais ver ninguém indo, é isso.
Não dá pra entender, não tente. Só tenha paciência e não vá embora.




Gostaria que meu coração fosse como uma porta giratória, 
por onde as pessoas entrassem e saíssem sem que eu desse a mínima.
[Caio F.]

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010



Um pouco de raiva não me fará mal.
Há frutos que apodrecem 
por excesso de doçura.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Vai passar, tu sabes que vai passar.

 Falta paciência, falta tempo, falta... falta. Acho que é cansaço, mas já está chegando ao fim. Fim de semestre, fim de provas, fim de trabalhos, fim de ano, férias enfim. É disso que preciso, ando pensando demais, isso me deixa meio paranóica. 
No fundo tô morrendo de medo. É isso.
Mas passa, sempre passa. Ou não.


Eu devo desistir pra um dia ser feliz?
Ou devo resistir? Eu devo insistir?
Cantando e mais do que isso gritando
E às vezes até confessando que eu não sei amar
Pois sabendo, eu não estaria sofrendo
E ainda por cima escrevendo, ao invés de falar...
[Fresno - Polo]

Olha aí!

Miss You Too Much Sarah Connor (TRADUÇÃO) HD (Lyrics Video)
Há um ano
Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas…
Há 2 anos

Últimos Posts