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sábado, 31 de julho de 2010
E que venha agosto!
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Caio F.
Seelinhos!


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Selos
sexta-feira, 30 de julho de 2010
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Meu eu.
Aceitar-se.

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Fernanda Mello
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Projeções:

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Caio F.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Sol.

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Meu eu.
terça-feira, 27 de julho de 2010
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Tati B.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Depois de você...

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Meu eu.
domingo, 25 de julho de 2010
Tiê.

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Outros
sábado, 24 de julho de 2010
É assim.
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Fernanda Young.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Tanto em comum.
Por que será que é tão mais fácil escrever sobre a dor do fim, as tristezas, a saudade e todas essas coisas do que sobre o amor?
Talvez porque ele seja mesmo indescritível, a gente só sente e não consegue explicar. Eu por exemplo quando vou falar dele sempre enrolo, escrevo, reescrevo e não sai nada daquilo que eu queria... Agora falar das tristezas e do resto é fácil.
Acho que é uma forma de desabafo mesmo, tu escreve tudo que sente pra tentar se livrar, esvaziar de alguma forma, porque os ouvidos das amigas também merecem um pouco de descanso né?
O que mais vejo passeando por blogs, fóruns de comunidades e tudo mais é isso, 90% de nós mulheres lamentando sobre um amor que foi embora, que acabou, não deu certo. Tentando buscar algum consolo com aquelas que passaram e estão passando pela mesma situação. O ser humano tem muito disso, de sempre buscar ficar perto de seus semelhantes, pra dividir o que tem
De repente eu paro e poxa vida! Não vejo homens fazendo isso. É muito, muito raro. E penso no que eles devem achar... Será que pensam que somos todas umas loucas e dramáticas? Ou será que até sentem muito, ficam com a consciência pesada pelo menos um pouquinho e até pensam em se arrepender, mas logo passa? Afinal, eles são fortes, machões, não podem tentar entender um pouco o que se passa pela nossa cabeça e se sensibilizar - convenhamos que não é tarefa fácil, mas enfim.
Percebo também como aquilo que pensamos sentir muda a cada dia, uma hora sentimos raiva do fulano, outra ficamos tristes e bate a saudade, tem ainda aqueles dias em que pensamos, “ah, melhor assim” e nos convencemos que ta tudo bem. Tudo tão inconstante...
Só sei que não deve ser tarefa fácil ter que enfrentar isso sozinha, e agradeço sempre por ter amigos dispostos a ouvir, aconselhar e fazer rir, mãe e pai pra me dar colo, irmãos pra me distrair e todos que fazem parte do meu cotidiano, tentando melhorá-lo e ajudar como podem. De qualquer forma não é fácil, só quem cai e se machuca sabe com dói e como é difícil levantar de novo. O lado bom é que assim você vê quem ta do teu lado pra te amparar e não te deixar cair de novo, ou pra te dar a mão caso sua teimosia fale mais alto.
E a nós meninas que continuamos escrevendo e desabafando que possamos fazer isso sempre, que possamos compartilhar não só esses momentos ruins, mas todos. Principalmente quando tudo passar e nosso coração bater mais forte de novo. Porque eu continuo daqui escrevendo, (ou tentando), pra ver se assim acabo com os males e consiga abrir espaço para a alegria reviver. Tipo apertando o botãozinho que dá restart sabe? ;p
E como diria nosso querido Caio:
"Deus põe teu olho amoroso sobre todos os que já tiveram um amor sem nojo nem medo, e de alguma forma insana esperam a volta dele: que os telefones toquem, que as cartas finalmente cheguem… Sobre todos aqueles que ainda continuam tentando, Deus, derrama teu Sol mais luminoso.”

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Meu eu.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Adianta?

Dessa vez tô suportando tudo em silêncio, te amando quietinha, de longe.
Sem mensagens, cartas, email, ligações, nada. Tá tem o blog, mas acho que nem lê mais então ta valendo.
E sei lá, de que adianta mostrar pra todos o quanto eu te amo, o quanto nós temos que ficar juntos, e quanto combinamos se você não é capaz de se mexer e tornar isso possível? De que adianta se você não dá um passo em minha direção, só continua indo pra longe, ignorando o caminho que o seu destino aponta? De que adianta dizer que me ama e que sou a guria certa, se ao mesmo tempo insiste em dizer que tudo ta errado? De que adianta tentar te mostrar se você não quer ver? De que adianta dizer que temos que fazer o que der vontade se você sempre acaba ignorando as próprias? De que adianta sair por aí com um falso sorriso no rosto se os olhos traem, e mostram que é só disfarce? De que adianta procurar calor em outros abraços se é o seu que aquece? De que adianta ter você ao meu lado, mas tão fora de alcance? De que adianta pintar um dia de Sol e sair de casa, se lá fora vejo você por toda parte e tudo vira chuva? De que adianta dizer que “o pra sempre sempre acaba” e depois mostrar que continua sendo “Always, all ways” ?
De que adianta tudo isso afinal? Não adianta nada eu acho, mas continuo tentando.
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terça-feira, 20 de julho de 2010
Cartas para Julieta.

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Outros
Dia do Amigo.

Para mim, atualmente, companheirismo e lealdade são meio sinônimos de felicidade. Meus amigos são muito fortes e muito profundos, são amigos de fé, para quem eu posso telefonar às cinco da manhã e dizer: olha, estou querendo me matar, o que eu faço? Eles me dão liberdade para isso, não tenho relações rápidas, quer dizer, tenho porque todo mundo tem, mas procuro sempre aprofundar. E isso é felicidade, você poder contar com os outros, se sentir cuidado, protegido. Dei esse exemplo meio barra pesada de me matar....esquece, posso ligar para ver o nascer do sol no Ibirapuera às cinco da manhã.
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Caio F.
Estar com alguém errado...
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Meu eu.
domingo, 18 de julho de 2010
Tanta vontade de viajar para bem longe...

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Caio F.
sábado, 17 de julho de 2010
Tudo e nada.
E numa sexta-feira a tarde...
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Meu eu.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
E eu morro, ainda que não ligue a mínima...
...E eu não tô nem aí, ainda que pense o tempo todo em não estar nem aí. (Tati B.)
Acho que a dor, que eu pensei que duraria uma vida, me enganou e agora aos poucos vai saindo de cena. Aos poucos mesmo. To conseguindo andar pra frente, não tenho porque voltar. É melhor pensar assim. Mesmo que ultimamente o melhor tenha sido não pensar, fugir, não lamentar, não culpar... Tá sendo dose viu, mas me parece a única saída.
Pelo menos meu coração saiu da UTI (dramático isso não?!). E por incrível que pareça trabalhar tem ajudado na “recuperação”, o que era meu carma nas férias hoje me ajuda.
Tenho que dizer que não choro já tem dois dias INTEIRINHOS, orgulho né? Talvez o poço tenha secado...
Ando ocupando bastante minha cabeça, tô até sorrindo para as pessoas. Ontem vi que além de não custar nada o meu sorriso pode ser o único no dia de uma pessoa, sei lá, acho que to conseguindo pensar mais no próximo, realmente perder deixa as pessoas mais humildes.
E afinal de contas eu tenho família, tenho amigos, três cachorras, uma pilha de livros, 20 aluninhos, um blog, trabalho, estudo, não passo fome, sede, frio ou qualquer tipo de necessidade. Então não preciso ficar fazendo drama, aquilo que não tenho posso conseguir com meu esforço, não tenho nada que me impeça de tentar. Só que infelizmente, ou felizmente, por você eu desisti de lutar!
O que tiver que ser será e sem desespero, tudo chega na hora certa.
"Tay parece frio isso, mas eh verdade, agora eh hora de ver, pensar e se focar em outras coisas... Você nao vai morrer de amor! Alem de q, assim como você ele tbm ta la "sofrendo" se td o q ele diz eh verdade, e se o amor for verdadeiro o destino trata de aproximar vocês... Pode apostar!
Deixa as coisas acontecerem... se permita, saia, conheça gnt nova... ( nao to dizendo sair ficando com gnt nova) mas conheça pessoas, faça novas amizades, se divirta, procure sempre estar com algum amigo...
Tu eh uma pessoa moh alegre Tay, moh divertida... com certeza tem mta gnt q nao recusará sua oferta de uma volta, um passeio... Desde q nao seja pra ir comer neh pq você só da prejuizo pra quem sai com você!"
Kim, você é um ótimo conselheiro! DSPOKDSAKDSPOKDS :)
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quarta-feira, 14 de julho de 2010
Tua ausência causando silêncio em todo lugar...
E aí eu afundo meu rosto no travesseiro e sofro essa dor sozinha, soluço sozinha. O mundo não para pra compartilhá-la comigo, pra ter pena de mim, pra fazer uma campanha de “Volta fulano”. Não, não para. Porque não dói em mais ninguém, só em mim.
E eu pergunto: Por que Deus? Hein? Por quê? Por que é difícil desse jeito? Por que eu tenho que deixar de gostar de alguém sem motivo? Por que com tudo isso, com a escolha feita e desistindo da gente ele ainda diz que me ama? Se eu conseguisse pensar em pelo menos uma razão ruim pra deixar de gostar... Será que além de neurótica fiquei cega?! Mas é que não tem! Não tem um “eu te traí”, pra que eu fique com raiva, um “não gosto mais de você”, pra que eu perca minhas esperanças e desista de nós, talvez um “eu vou embora”, pra distância ajudar... Nada disso.
Como deixar de gostar de alguém que liga no outro dia mesmo dizendo que não ligaria, ou então que liga só pra dizer que me ama, ou pra dizer que ta com saudade e que a Lua ta bonita... Que me dá rosas. Que sempre agüentou firme minhas birras, meu ciúme, minha chatice, meu cansaço. Que sempre me animou e fez coisas boas pensando
E você ainda vem dizer que um dia essa nuvem negra, que você mesmo colocou, vai sair da frente do meu Sol e tudo vai ficar bem, mas acontece que só quem colocou é que pode tirar.
Nem quero fingir que estou bem e correr o risco de você ver e aí achar que então tá beleza, que bom que ela tá bem e assim desistir de uma vez por todas da gente.
É tão fácil falar que vai passar... Mas o duro é essa espera, é o enquanto não passa. E mesmo que passe não vai acabar, vai apenas ficar guardado como uma carta velha que toda vez que lemos bate saudade e nos faz querer reviver tudo de novo.
E eu só consigo sentir nojo dos outros caras, porque nenhum deles se quer se parece contigo, são uns babacas. E eu sinto raiva de mim por isso. Já não bastasse a culpa que pela primeira vez na vida não tento pôr em ninguém, a não ser
A verdade é que me desacostumei a ser sozinha, e foi você quem me ensinou a ser assim , a não ser egoísta, a sempre compartilhar tudo com os outros, principalmente minhas alegrias, e agora porque não minhas tristezas? Não posso compartilhar com você, você não vai me ligar pra me fazer rir e deixar tudo bem... Uma das tantas coisas que você me ensinou. E aí me pergunto, será que também te ensinei algo bom? Algo que realmente tenha valido a pena? É, quem sabe. E isso agora me faz sorrir, porque talvez algo te faça lembrar de mim de vez em quando.
Eu não vou te esquecer, isso é fato. Vou sempre estar ao seu lado, mesmo longe. Vou sempre torcer por você e comemorar contigo cada coisa boa que acontecer em sua vida, mesmo que você não me veja, ou nem saiba. Eu prometo que vou. Mesmo que se passem anos, eu vou estar aqui, talvez o sentimento também, mesmo que isso pareça meio dramático e eu esteja usando as tais palavras grandiloquentes, eu vou estar. E se você quiser me convidar pra uma noite embaixo da nossa árvore daqui 10 anos, eu estarei lá. Te prometo.
E meus olhos já estão cheios de novo, e com isso descobri que as lagrimas não acabam, não secam, não param. Se eu chorar mais, acho que acontece outra enchente lá no Nordeste! Engraçadona --' . E o pior de tudo: não adianta nada!
Como se por algum milagre meu desespero fosse te trazer de volta... Sei que não, e sabendo disso a dor vem de novo ignorando todo resto a minha volta. Ignorando o Matheus que quer saber que letra desenhou, os outros pequenos que dormem, ou aquele ali deitado quietinho me olhando. Ignora o mundo lá fora, que ainda não parou por minha causa.
Parece que não vai passar, não até eu querer que passe. E eu quero!
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terça-feira, 13 de julho de 2010
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Cecília Braga
domingo, 11 de julho de 2010
E a Tati sempre diz tudo...
Amar dói tanto que você volta a lembrar que existe algo maior, você se lembra de Deus, você se lembra de vida após a morte. Amar dói tanto que você fica humilde e olha de verdade para o mundo, mas ao mesmo tempo fica gigante e sente a dor da humanidade inteira. Amar dói tanto que não dói mais, como toda dor que de tão insuportável produz anestesia própria.
Você apela pra todo e qualquer santo, pra cartomante, pra ex-namorado, pra tarólogo, astrólogo, psicólogo, numerólogo, amigo e apela até pra inimigo. Qualquer um, pelo amor de Deus, tire essa dor de mim.
Não adianta, não vou dormir mais. Mas vou fazer o que então? Minha cama me lembra você, minha cachorra me lembra você, beber água me lembra você, viver me lembra você.
Vou me levantar agora e ir para onde? Tomar banho? Tomar café? Não tenho nenhuma vontade de existência, seja de vaidade ou gula. Só quero ficar deitada, mas ficar deitada também dói. O mundo não tem posição confortável pra mim, aonde vou, essa merda de dor horrível vai junto.
Chorar não adianta, eu seco de tanto chorar e não passa. Ver TV, falar ao telefone, dançar, gritar, escrever, abraçar minha mãe, tomar suco de manga… nada adianta. Eu sei, eu sei, o eterno clichê “isso passa”. Passa sim e, quando passar, algo muito mais triste vai acontecer: eu não vou mais te amar.É triste saber que um dia vou ver você passar e não sentir cada milímetro do meu corpo arder e enjoar. É triste saber que um dia vou ouvir sua voz ou olhar seu rosto e o resto do mundo não vai desaparecer. O fim do amor é ainda mais triste do que o nosso fim. Meu amor está cansado, surrado, ele quer me deixar para renascer depois, lindo e puro, em outro canto, mas eu não quero outro canto, eu quero insistir no nosso canto. Eu me agarro à beiradinha do meu amor, eu imploro pra que ele fique, ainda que doa mais do que cabe em mim, eu imploro pra que pelo menos esse amor que eu sinto por você não me deixe, pelo menos ele, ainda que insuportável, não desista. (...)Eu abro o guarda-roupas e choro porque eu não quero ficar bonita, eu não quero dar a volta por cima, eu não quero ficar bem pra você ver que eu estou bem e quem sabe ter saudades. Choro porque acho ridículo os jogos da vida, qualquer coisa é ridícula perto desse amor que é tão simples e óbvio. Quando finalmente eu consigo me arrumar em meio a esse rio de lágrimas, eu choro porque o caminhão do gás passou e aquela musiquinha idiota, mais algumas crianças berrando na quadra lá embaixo e mais dois passarinhos cantando na minha janela, me lembram que a rotina, a alegria e a pureza ainda existem, apesar de você não estar mais aqui. Nada, nada aconteceu para o mundo. E eu me sinto minúscula e sozinha por não ter a cumplicidade da vida lá fora, por não ter um minuto de silêncio pela nossa morte, por ter que sentir tudo isso sozinha, entre escovas de dentes, xixis e roupas dobradas e cheirosas. Odeio a ordem de tudo, odeio a funcionalidade de tudo, odeio que a TV ligue, que o telefone toque, que meu estômago peça comida, que japonesas riam fora de hora, que meu carro corra, que a bola quique duas vezes antes e, principalmente, que você, não muito longe daqui, sorria. (...) Está tudo lá, mas você, mais uma vez, não está aqui. Vou para o banheiro e choro, que novidade? Mas dessa vez porque me olho no espelho, e isso também me lembra você. Eu era sua, a sua menina, a sua criança, a sua mulher, a sua escritora predileta, a sua parceira de dar risada... (...)Eu era a mulher que encaixava a cabeça nas suas costas e sabia que tinha nascido a partir de você, eu era a mulher que esperava sofridamente você voltar mas nunca deixou de te amar mesmo quando você ia. Todo mundo me fala que eu preciso ser minha, inclusive pra ser sua, mas eu não deixo de olhar para o espelho e ver uma metade de gente, uma metade de sonho, de sexo, de alegria e de futuro. Que se foda a auto-ajuda, que se fodam os livros com homens carecas, que se foda o terceiro olho (do cu?) e que se foda a psicologia: eu sou mesmo metade sem você e que se foda! Se antes de você aparecer eu já te amava, eu já te esperava, eu já sabia que você existia, como eu posso não te amar agora que você tem forma, sorriso, coração e nome?
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Tati B.
sábado, 10 de julho de 2010

Postado por ' Tah. às 14:08 0 comentários
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Tati B.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
É o que importa.
Postado por ' Tah. às 14:55 3 comentários
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Meu eu.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Postado por ' Tah. às 15:03 1 comentários
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Caio F.
sábado, 3 de julho de 2010

Minhas piadas, meu jeito de falar, até meu jeito de dançar ou de andar. Tudo é você. Minha personalidade é você. (...) quando eu faço uma amiga feliz com alguma ironia barata. Tudo é você. Quando eu coloco um brinco pequeno ao invés de um grande. Ou quando eu fico em casa feliz com as minhas coisinhas. Tudo é você. Eu sou mais você do que fui qualquer homem que passou pela minha vida. E eu sempre amei infinitamente mais a sua companhia do que qualquer companhia do mundo.
Postado por ' Tah. às 11:01 0 comentários
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Tati B.